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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

A Vila de Monsaraz

Estar e desenhar na Vila de Monsaraz é sentir o tempo a correr nas veias e o bater do coração ao ritmo profundo e descansado.
Partilho alguns desenhos que fiz em Monsaraz.
No passado Domingo, dia 25 de Janeiro de 2015, os ÉSk (o grupo de Évora Sketchers) teve o primeiro encontro do ano. O tempo ajudou. O sol iluminou o nosso dia.
Este foi o 2º desenho do dia passado em Monsaraz. Demorou perto de 1h a fazer. Usei caneta bic preta e aguarela. Pois, o grupo tinha marcado o ponto de encontro ao meio-dia para partilha dos desenhos da parte da manhã e faltava-me tempo para aplicar aguarela, por isso decidi dar apenas sombras e hotizonte... o resultado foi este. Imagino que se tivesse tido mais tempo este desenho ía ficar outro desenho que não este. É sempre o mesmo problema: quando parar?

E este foi o 1º desenho para aquecer... a estrear o caderno que o João Matos me ofereceu, feito por ele. Obrigada João! Estou a adorar o caderno. :)

Aqui fiquei outra vez presa às sombras... eu estava sentada por baixo do candeeiro em sombra projetado na parede da casa que tinha à minha ferente... tentei... gosto da ideia. :)

Este foi o último desenho do dia. Gosto dele. :)

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Mosteiro de São Bento de Cástris

 
Desafiaram os USKP a participar na II Residência Cisterciense de São Bento de Cástris, em Évora, no passado dia 20 de Setembro, sábado. Na sobreposição de agendas, decidiu-se que a participação seria assegurada por uma pequena representação de Sketchers do Alentejo.

Este ano de 2014, o tema da Residência foi: da Estética monástico-religiosa, com algum privilégio para as temáticas da Música.

A apropriação do espaço pelos sons, fazendo da música o fio condutor da Residência, através de comunicações temáticas mas, também, de audições seleccionadas e comentadas a partir do extenso, e mal conhecido, espólio musical desta Casa Cisterciense dar-nos-á a possibilidade de ouvir melhor as diversidades conjunturais e os seus ritmos, as dimensões de valorização patrimonial, acompanhadas de sugestões estéticas em vários domínios (desenho, pintura, escultura, pintura mural…) no sentido da fruição plena dos espaços.

 Partilho alguns dos desenhos realizados, quer na preparação do evento com uma visita prévia (acompanhada do João Matos), quer do trabalho realizado no próprio dia, que apesar das ameaças da chuva, conseguimos fruir estes espaços do mosteiro acompanhados de reportório musical Cisterciense. O último desenho foi dentro da igreja do mosteiro a escutar o concerto de encerramento com vozes do grupo Ensemble Eborensis.